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Partindo de Regoufe, percorremos o PR14 até Drave.

Apesar de as suas casas se degradarem ano após ano, as intervenções dos escuteiros vão mantendo a sua magia preservada sendo um local lindissimo, para além dos seus rios formarem lagoas muito aprazíveis.

Percurso pedestre: 9km em 2.5 horas de caminhada efectiva

Track GPS: aqui 

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publicado às 09:56

Maio de 2013, mais uma caminhada.

Fomos à descoberta na Serra da Arada com um percurso idealizado por Olhares Sublimes.

Magnífico, difícil, fisicamente muito exigente com declives contínuos acentuados e com uma descida técnica de outro planeta, é daqueles trilhos nos apetece repetir logo que acabamos.

 

Aceda aos Track-Points GPS aqui

Nota: a descida que fizemos do Portal do Inferno para o vale da Ribeira de Palhais é íngreme e perigosa, optei por ajustar o track um pouco para sul.

 

Se utiliza uma plataforma móvel veja as fotos aqui


Percurso pedestre

28 km

9:30 horas de caminhada efectiva

 

Partindo de Povoa das Leiras, um pouco de estrada e depois de estradão, iniciamos logo à frente o trilho num lajeado antigo a romper pela encosta.

Logo no primeiro cume, um desgosto. Ao fazer um zoom a Drave bem lá no fundo, a máquina encravou e não funcionou mais. Tive que tirar fotos com o telemóvel o resto do dia.

No entanto as vistas eram fantásticas e já conseguíamos ter uma ideia do que nos esperava. Uma das particularidades deste percurso é que permite ver de onde vimos e para onde vamos, às vezes mais de 50% do mesmo.
As serras estão repletas de várias cores amarela e roxo, o que dá um aspecto muito bonito à paisagem.
A descida até Covelo de Paivô é realizada por trilho bem delimitado e a partir daqui é só seguir o PR13 já descrito anteriormente até Regoufe.
Depois da íngreme subida de cascalho chegamos ao planalto.
Vista espectacular para a "Garra" (projecção de 3 maciços rochosos) e para a orla marítima.
Em vez de seguirmos  directamente pelo PR14, viramos à esquerda para o Portal do Inferno. Mais uma subida muito íngreme mas sem dificuldade, logo à frente consegue-se ver a Mágica Drave construída entre os vales.
Próxima paragem, Portal do Inferno, estreita via construída com precipício dos dois lados, nunca tinha visto nada semelhante!
A descida para o vale da Ribeira de Palhais... Descemos uma enorme “parede” com mais de 150m de declive para progredir pouco mais em linha recta e demoramos uma hora. Pedras soltas, "becos" sem saída e voltas para trás, desaconselho totalmente. Por isso ajustei o track para sul com base noutro que tirei do wikiloc e tendo em conta a observação no local. Parecia haver comunicação com o trilho que se via no fundo do vale. No entanto e neste caso, com colegas experientes tudo corre normalmente e sem stress. Fizemos este troço com base num outro track tirado da net realizado à noite, que loucura!

Chegados a Drave, pausa para almoço junto ao rio. Mágica, simplesmente, é de facto um local único, quer a forma como foi construída quer a envolvência.
Depois a subida para sul a caminho de Gourim com declive continuo muito grande mas quase sempre em trilho. Chegando ao cume, mais uma espectacular vista panorâmica, vemos também o trilho no outro lado da montanha a rasgar serra acima até à estrada.
Segue-se mais uma descida até Gourim por estradão, mas circulação de automóveis só para 4x4. Vimos também detritos de antigas explorações mineiras.
A pequena aldeia está em ruínas, com excepção de uma casa reabilitada com muito bom aspecto tendo até painéis solares e gás.
A descida até 50m do rio é fácil, depois temos que atalhar entre a erva métrica e os socalcos, atravessando o rio até encontrar o que resta de um pequeno e escondido trilho na sua margem sul.
A partir daqui foram 20 min de corta-mato (muito alto) puro e duro com forte inclinação e só depois encontramos o trilho, ainda assim com um declive contínuo intenso e mais acentuado no final.
Chegando à estrada tudo fácil, com excelentes vistas para a Serra de São Macário e para Gourim.

Uma centenas de metros à frente mais uma cereja para o topo do bolo. O avistar da Serra da Estrela a 70 km e a planície que a antecede a norte com Seia em destaque, espectacular.

Seguimos pelo estradão que dá acesso à central éolica. A paisagem é muito bonita, com vistas largas e a aldeia da Coelheira ali ao lado,  pena são os aerogeradores em excesso. Após o fim do estradão um pouco de corta-mato (light) e depois o trilho com descendente acentuada.
Fica a vontade de repetir o percurso com uma diferente abordagem ao vale da Ribeira de Palhais a partir do Portal do Inferno.

Com vistas sempre fantásticas é dos percursos mais bonitos, mais duros e com mais declive acumulado que já fiz.
Se contabilizarmos os declives e as correcções GPS, a coisa deverá ultrapassar os 30 kms reais.

 

 

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publicado às 23:39




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