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Abril de 2016, mais uma caminhada. Desta vez rumo Castro Laboreiro para percorrer o Trilho Castrejo, visitar o santuário da Nossa Sra do Anamão, os moinhos e o Castelo, na companhia de Olhares Sublimes.

Percurso pedestre: 21km em 6 horas de caminhada efectiva.

Track GPS: aqui

Folheto: aqui

Fotos no final do texto

 

Situada no extremo norte do Parque Nacional da Peneda Gerês, a região de Castro Laboreiro pode dividir-se em duas zonas, o planalto a norte (nordeste) e a região montanhosa a sul (sudoeste), e foi esta ultima a escolhida para a actividade realizada. 

Escolhemos o Trilho Castrejo (PR3) que nos proporciona conhecer os locais mais relevantes daquela região e os caminhos que ligam as Brandas (aldeias de maior altitude onde se habita maior parte do ano sobretudo no verão e onde fazem as sementeiras) às Inverneiras (aldeias de menor altitude onde se habita no inverno, estando mais abrigadas e sujeitas a condições climatéricas menos agrestes, sobretudo nevões), e um quotidiano muito difícil imposto às gentes que persistem em resistir às difíceis condições climatéricas no inverno, e ao isolamento a que estão sujeitas.

Com inicio em Castro Laboreiro, foi realizado no sentido contrario aos dos ponteiros do relógio que penso ser o mais lógico e que proporciona paisagens mais bonitas, no entanto, está marcado nos dois sentidos com nota muito positiva para este aspecto. No seu essencial é constituído por caminhos de pé posto ou lajeado e com pequenos troços em alcatrão.

No inicio predominam caminhos de pé posto sempre com o Vale das Veigas como pano de fundo, assim como o Castelo de Castro Laboreiro na fraga do Castro até chegarmos à bonita represa "Charco de Gontamil".

Segue-se uma breve passagem pelas Inverneiras do Barreiro e Assureira com os seus moinhos e ponte medieval a caminho da Ponte da Cava da Velha ou Ponte Nova sobre o Rio Laboreiro. O caminho continua subindo por um trilho lajeado que a certa altura acaba num planalto, e é neste pequeno troço que o caminho por vezes não é perceptível e as marcas não existem. 

Logo a seguir passamos pela Curveira sempre com o Bico do Patelo (curiosa formação granítica com algumas pedras em equilíbrio que se assemelha a um pássaro) à espreita. Esta parte do percurso é a mais exigente devido ao elevado declive.

A caminho do Penedo de Anamão (imponente formação granítica) fizemos um desvio de 1200m não incluídos no percurso até ao Santuário de Nossa Sra. do Anamão, local lindíssimo num enclave rochoso onde aproveitamos para almoçar. Não entendo o porquê da não inclusão deste local no trilho oficial visto que para além de ser aprazível fica a meio do percurso, é um excelente local para almoçar e que até tem abrigo se chover (que foi o nosso caso).

Retomamos viagem na direcção da branda de Seara. Os caminhos que lhe dão acesso lajeados e murados dos dois lados são muito bonitos, e é curioso observar a enorme quantidade de água que por eles corria mesmo chovendo pouco. Aqui se vê que estas aldeias não nasceram naquele local por acaso e sim porque são um excelente local de cultivo.

Passamos por Padrosouro também por caminhos lajeados e seguimos para Cainheiras e Varziela. Neste lugar encontramos uma lindíssima praia fluvial. 

Já em Castro Laboreiro não podíamos deixar de passar na ponte em arco sobre o Rio Laboreiro, seguimos depois até um miradouro que não faz parte do circuito oficial onde se podem ver os moinhos construídos na íngreme encosta de difícil acesso.

Por ultimo, visitamos também o Castelo. A sua localização no topo da fraga do Castro confere-lhe um visual único, no entanto está muito degradado. Optamos pelo caminho nascente na subida e pelo poente na descida sendo este ultimo o mais fácil e acessível.

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publicado às 21:14





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