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Junho de 2014, mais uma pedalada.

Percurso de bicicleta em estrada com 108kms (Mediofondo) percorridos no âmbito do evento Cicloturístico Gerês Grandfondo Cycling Road, em que o percurso principal, Grandfondo, tinha 160kms.

 

Percurso ciclístico e características técnicas

-108kms (112 reais)

-Declive D+1800m

-BTT suspensão total

-14kg

-Pneus estrada 1.5

-Tempo efectivo 5:44h (6:05h com as paragens de abastecimento)

Track GPSaqui

Prova de estrada aberta a todos os que queiram participar. Este ano com cerca de 1600 participantes.

Mesmo sendo um ciclista casual e só tendo uma bicicleta BTT, não quis mais uma vez perder este evento.

A distância real será 112 kms e o declive acumulado D+ andará perto de 1800m.

Mais difícil e com mais kms que a de 2013.

A subida de 15km para Brufe é mais acessível que no ano anterior por não ter troços de paralelos e ter poucas rampas com mais de 10% de inclinação, mas é menos interessante.

A descida de Brufe para a Barragem de vilarinho das Furnas é um troço lindíssimo e inesquecível.

Este ano fez-se a subida ao alto da Junceda ou Calcedónia já perto do final, e que justifica em pleno as espectaculares paisagens quando se começa a descer para a vila do Gerês com a albufeira da Caniçada como pano de fundo.

Desta vez utilizei pneus de estrada 1.5 marca branca, mas curiosamente penso que teria ter tido mais rendimento com os originais 2.10 schwalbe Racing Ralph.

A segurança e a sinalização estavam impecáveis e o ambiente era incrível.

No entanto com a duplicação de participantes de um ano para o outro, a organização não reforçou suficientemente a dimensão da logística tendo esta falhado nos abastecimentos aos últimos participantes, assim como a circulação na zona da grelha de partida que revelou falta de espaço para permitir aceder ao secretariado livremente .

No ano passado o ambiente era mais descontraido, mas neste, era claramente mais competitivo e isso notou-se logo na partida.

Com convidados de renome como Miguel Indurain, Vítor Gamito e o eterno Venceslau Fernandes que aos 69 anos fez os difíceis 160kms ficando a apenas 45min do primeiro é de facto um evento a não perder. 

 

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publicado às 21:00

Janeiro de 2014, mais uma incursão no Gerês.

Desta vez para visitar os mais conhecidos prados com neve, em circunstâncias e terreno muito difíceis, na companhia de Olhares Sublimes

 

Aceda aos Track-Points GPS aqui

 

Para plataformas móveis ou ecrã inteiro clique aqui

 

Percurso pedestre

15 km

8:30 horas de caminhada efectiva (com neve métrica de muito difícil progressão)

 

Que ia haver muita neve já nós sabíamos, e tendo em conta que dois dias antes o grupo Vamos Ali com cerca de 12 elementos fez o mesmo percurso (em sentido inverso), pensei que seria algo acessível embora soubesse que a neve continuaria a cair.

As paisagens são simplesmente extraordinárias e proporcionam-nos momentos de rara beleza.

No entanto, a partir do Vidoal e com neve métrica, cada passo era um afundanço quase sempre acima do joelho, depois de passar a Freza começou o terror.

Terá nevado muito durante a noite. Do grupo que ali passou anteriormente, deixamos de encontrar rasto pouco depois de sairmos do Vidoal!

A cada passo ficávamos quase atolados. Na travessia da Lomba do Pau o nevoeiro reduzia a visibilidade a cerca de 70/80 m e na subida que antecede a descida para o Conho, foi andar de quatro, porque a neve subia já acima das ancas.

Depois a coisa melhorou um pouco e embora com tempo muito nublado, o nevoeiro desapareceu. Usufrui de paisagens que jamais esquecerei, mas andamos 6km a cerca de 1kmh.

Caminhar com neve traz imprevisibilidade e desvantagens, mas proporciona-nos momentos verdadeiramente mágicos como as fotos podem comprovar.

Mais uma vez foi arriscado porque anoitece cedo, a progressão foi francamente lenta e muito desgastante. No entanto, o meu companheiro de luta é uma máquina devoradora de kms, e só o facto de o ver caminhar torna tudo mais fácil.

 

Todavia, nestes casos em que nos primeiros kms os pés começam a ir ao fundo, o melhor mesmo é voltar para trás porque, quanto mais se sobe mais se afunda, mesmo que pensemos que a neve vai ganhar consistência com a altitude.

 

 

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publicado às 22:37


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