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Novembro de 2014, mais uma caminhada.

Desta vez aqui ao "lado" para percorrer a pé a Serra da Boneca e Banjas.

Percurso pedestre: 21km em 6 horas de caminhada efectiva.

Track GPSaqui

 

Fotos no final do texto

 

A caminhada teve ínicio na freguesia de Rio Mau seguindo na direcção do Poço Negro.

Ao avistar o Rio Mau, tentei efectuar a descida até ao dito poço, mas o piso escorregadio com muita pedra desaconselhou-me.

Retomei caminho na direcção do Miradouro do Poço Negro, local bonito mas perigoso sem protecção sobre uma escarpa a exigir máxima atenção.

Logo a seguir, mais um perigoso local de passagem com a vegetação a obrigar-nos a caminhar inclinados para cima de uma pequena falésia com o piso escorregadio.

Junto ao Rio Mau num local muito bonito, podemos observar as ruínas de um possível antigo moinho, através do qual saltei a janela para seguir em frente pela margem direita do rio.

No entanto o caudal estava brutal fruto das chuvas anteriores, e mesmo fazendo um esforço para seguir até às cascatas do Ribeiro dos Cadeados tive que voltar atrás porque o trilho estava submerso.

Tomei a direcção norte até à Serra das Banjas para visitar as suas Grutas, antigas minas de ouro abertas à força da Pá e Picareta. Não encontrei a entrada, mas numa próxima encontrarei graças ao posterior esclarecimento de "Caminhantes" a quem agradeço. Este local é perigoso porque as Grutas são um grande buraco no solo. 

Segui na direcção da Serra da Boneca agora por um caminho diferente. Esta zona concentra muita pluviosidade e são vários os troços com muita água.

Fui andando novamente ao longo do Rio Mau até perto de Vilarinho onde flecti a sul para ir de encontro à Capela de São Pedro que fica num local muito bonito.

Logo à frente chega-se ao parque eólico e partir daqui as paisagens são deslumbrantes.

O destaque vai obviamente para o "Miradouro" natural a sul do Marco Geodésico da Boneca e do próprio marco a 518m.

Visualiza-se o Rio Douro, a Serra de Montemuro a sudeste, Serra da Freita e Monte de São Domingos a sul, Porto e Gaia a oeste, e Serra das Banjas e Iria a noroeste.

Com tempo límpido é espectacular.

O declive acumulado é significativo, ultrapassa-se sem problema mas não é uma volta no parque.

Atenção aos locais indicados, são muito perigosos, com chuva mais ainda.

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AlminhasDSC05881.jpg

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Parque eólico da Serra da BonecaDSC05895.jpg

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Rio MauDSC05905.jpg

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Miradouro do Poço Negro (perigo)DSC05928.jpgPoço Negro

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Rio Mau

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Troço também perigoso

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Antigo moinho?... pelo qual se salta a janela para seguir em frente (se o caudal permitir)

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Corta fogo de cortar a respiração, +45% de inclinação no final

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Serra das Banjas

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Serra da Boneca ao fundo

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Rio Douro

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Melres

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Para os Lados de Paços de Ferreira e Penafiel

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Gruta das Banjas, perigo!

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No vale do Rio Mau

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Parque de Merendas

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Capela de São Pedro

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Vista para Gaia

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Zoom a Gaia com Torre da RTP à esq e o Hotel Holiday Inn (torre) à dta a +-22km

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Central eólica

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Serra de Montemuro ao fundo

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Serra da Freita ao fundo

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Vista Este

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Rio Douro 

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Marco geodésico da Serra da Boneca 518m

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Serra das Banjas e Santa Iria

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Freguesia de Rio Mau à direita

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Monte e capela de São domingos a 4.5km

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publicado às 21:56

Abril de 2013, mais uma pedalada.

Desta vez fiz um percurso a circundar o Concelho de Vila Nova de Gaia e subi ao parque eólico da Serra da Boneca.

 

Aceda aos Track-Points GPS aqui

 

Se utiliza uma plataforma móvel veja as fotos aqui

 

Percurso ciclístico

105 km

7 horas de pedalada efectiva

 

O percurso consiste em circundar o Concelho de Gaia com ascensão ao parque eólico da serra da Boneca em Sebolido, no entanto preteriu-se as freguesias de Sandim e Lever perfazendo um total de 105 km.
Começando em Grijó seguiu-se na direcção de Crestuma. Após alguns kms, primeira paragem, a antiga companhia de fiação de Crestuma.
A sua arquitectura delicada e envolvência paisagística, fazem invocar tempos muito diferentes dos mastodontes de chapa e vigas de aço que hoje existem.
Chegando a Crestuma junto ao rio, vê-se o presépio de casas distribuído pela íngreme encosta, a igreja lá no topo, o rio Douro e a Barragem.
Depois de subir pelas traseiras da fábrica desce-se até à Barragem, e segue-se então na direcção de Sebolido pela N108.

Pelo caminho temos vistas para o Rio com destaque para a Praia da Lomba, Minas de Pejão e Pedorido.
Chegado ao cruzamento para a central eólica, começa a diversão a sério.
São 4.5 km para 400 m de declive. É sempre a subir sem piedade, com uma única mini-descida que antecede uma subida pior que a anterior, a recta do aterro a exigir o máximo, e com um cheiro horrível como prenda.
Os últimos 800m são em gravilha, com um culminar nos limites de aderência da bicicleta e da nossa resistência física e metal. Não é nada de impossível, mas num contexto de gestão de esforço para 100 km, não é simples.
Lá em cima, a 518m de altitude, as vistas compensam largamente todo o esforço. Podemos ver até a linha de costa marítima, o Rio Douro e todas as serras circundantes. Espectacular!
O retorno à N108 é feito com passagem pela Capela Sr do Monte e respectivo parque de merendas. Depois é só descer o muito rápido estradão de terra que chega a levar os travões a perderem eficácia, sendo que na parte final as curvas e os declives muito acentuados aconselham muita prudência.
Segue-se então na direcção do Porto, subindo e descendo sempre com o Rio Douro como pano de fundo.

Quase a chegar ao Porto destaca-se o passadiço que antecede o Palácio (Hotel) do Freixo.
Já na cidade Invicta, dispensa-se apresentações. As suas pontes, estrada marginal, zona ribeirinha e foz são verdadeiras pérolas.
Passagem ainda pelo novo passeio pedonal da Afurada e reserva natural do estuário do Douro.
Depois é só seguir na ciclovia Marginal Gaia-Espinho (ainda incompleta) e chegando a Espinho virar para Grijó.
Quase na parte final, a subida do Picoto. São 700 m das nossas melhores estradas de trepidantes paralelos com um declive de 65m, fantástica!


Foi um dia em cheio com 7 horas de pedalada efectiva, cerca de 105 km percorridos, declive acumulado de 1800m em subida e outro tanto a descer, com uma BTT de 14,5kg de peso em ordem de marcha (água incluída) e pneus 2.1, como curiosidade.


100% recomendável e do melhor que se pode fazer por estas bandas, ainda que muito exigente.

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publicado às 12:47


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